
14 de dezembro de 2010
Festejos de São Martinho / Festas da Cidade
Integrado nesses festejos, realizou-se por mais um ano, no dia 7 de Novembro, o desfile de bandas filarmónicas do concelho. Cada filarmónica reuniu-se em locais distintos da cidade, estipulados pela CMTV, e partiu em Direcção ao largo em frente à Igreja de São Pedro. A nossa banda de música partiu do Largo dos Polomes onde após a chegada, tal como as restantes filarmónicas tocou o hino e uma marcha a seu critério. Para finalizar, foi tocada em conjunto a Marcha da Cidade de Torres Vedras dirigida pelo Maestro da Banda de Música de Campelos Daniel Rui Baptista.
Ainda nas Comemorações do Dia de São Martinho, a banda de música participou no dia 14 de Novembro, nos festejos de São Martinho da capela de Aldeia Grande. No período da manhã decorreu o peditório acompanhado pela nossa banda filarmónica onde se recolheram fundos monetários para a reconstrução da capela e casa mortuária.
No período da tarde, realizou-se a cerimónia religiosa, onde teve lugar a tradicional procissão de São Martinho. Finalizada a procissão a banda de música alegrou os ouvintes com 30 minutos de marchas.
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S.F.I.A. - Sociedade Filarmónica Incrível Aldeia Grandense
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Passeio ao Badoca Park - 26 de Setembro
No passado dia 26 de Setembro, os elementos que participaram na organização dos festejos anuais e a banda de música de Aldeia Grande foram visitar o Badoca Park.
Contavam-se 70 elementos participantes nesta visita.
Assistímos a uma magnífica apresentação de aves de rapina onde uma águia e um mocho realizaram voos livres e nos mostraram as formas de caçar as suas presas.
Fomos animados pela imensidão da paisagem do Badoca Park com as diferentes espécies de animais selvagens.
Saboreámos uma deliciosa refeição no restaurante do Badoca Safari Park, harmoniosamente integrado na paisagem e com uma vista deslumbrante sobre a savana.
Conhecemos o jardim das aves exóticas e deixámo-nos invadir pela alegria das cores das variadas espécies que aí habitavam.
Passámos um dia diferente no meio da natureza.
Com a aventura do safari convivemos de perto com espécies que em plena liberdade nos transportaram para o continente africano.
No regresso, ainda foi proporcionada a travessia de barco até Setúbal.
O nosso agradecimento à Camara Municipal de Torres Vedras e à junta de Freguesia de Maxial pela cedência do transporte.
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S.F.I.A. - Sociedade Filarmónica Incrível Aldeia Grandense
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Actuação na Chegada do Círio de Aldeia Grande - 9 de Setembro 2010

Com tem vindo a ser habitual, a banda de música de Aldeia Grande, a 9 de Setembro, actuou na chegada do Círio de Aldeia Grande à sua terra.
Este ano o juiz era uma jovem pertencente também à nossa filarmónica, Carina Pedro.
Este ano o juiz era uma jovem pertencente também à nossa filarmónica, Carina Pedro.
O Círio de Aldeia Grande partiu para o lugar de Misericórdia a 7 de Setembro onde permaneceu até ao dia 9, dia do seu regresso.
Após a sua chegada, o Círio, actualmente com tractores enfeitados a rigor, deu três voltas à capela de Aldeia Grande enquanto a banda de música aguardava para tocar à sua passagem pelo largo onde se situa a Sede da Filarmónica e a Nossa Senhora da Misericórdia.
Finalizadas as tradicionais voltas à capela, o juiz (e alguns ajudantes) distribuía bolos pelo povo que assistia enquanto que a banda de música alegrava esta festa.
Além da banda de música não faltou o Gaiteiro que todos anos acompanha o Círio.
Foram finalizados estes festejos com a entrega da bandeira ao juiz que para o ano terá a seu cargo a realização destes festejos.
Como curiosidade …
Passo a descrever o Lugar de Misericórdia ….
O Lugar da Misericórdia situa-se a 2250 metros a nordeste da Moita dos Ferreiros – Lourinhã. Neste Lugar predomina a natureza com um grande valor paisagístico, histórico e ambiental.
Neste local de culto podemos encontrar o Santuário da Nossa senhora da Misericórdia que podemos encontrar em seu arredor, a casa do Ermitão, a casa dos círios, o recinto de festas, a esplanada, a Fonte do rastinho, um grande potencial de recursos hídricos e uma agradável zona de arvoredo onde existem alguns sobreiros centenários.
Os Círios ...
Hoje em dia com esforço, dedicação e por devoção são 5 os Círios que realizam estas peregrinações anualmente.
Esta tradição com cerca de 755 anos teve o seu inicio com o Círio dos Casais Galegos e Vila Chã, que, por razões de escassez de água para as suas sementeiras foram pedir auxilio a esta Senhora. Pensa-se que por volta de 1600, por influencia de uma epidemia fatal tenha surgido o Círio de Vila Verde e o Círio da Labrugeira. E Desde 1713 em cumprimento de promessa antiga, organiza-se o Círio de Aldeia Grande.
Durante Séculos a peregrinação realizada por estes 5 círios, era efectuada em junta de bois e carroças, percorrendo percursos bastantes atribulados demorando 1 dia e 3 ou 4 horas de viagem, 20 anos depois estes hábitos e costumes foram alterados efectuando-se agora por tractores agrícolas e carrinhas demorando sensivelmente 2horas de caminho.
In, misericórdia-mf.blogspot.com
Um artigo interessante sobre os Círios à Senhora da Misericórida
Os círios à Senhora da Misericórdia
Os círios à Senhora da Misericórdia (Moita dos Ferreiros) são dos mais antigos dos muitos que abundam na zona da Estremadura portuguesa.
Dizem que, em 1253, a região de Alenquer foi assolada por forte seca. A população pediu à Senhora da Misericórdia que intercedesse e lhes desse “da água que ela tinha sempre nos seus sagrados pés”.
A partir daí, todos os anos, por volta do dia 8 de Setembro, cai sempre alguma chuva nas aldeias de Alenquer devotas da Senhora da Misericórdia. Por isso, se deslocam em romagens,os círios, para virem agradecer à Senhora e buscar da sua luz. Os círios são movimentos de religiosidade popular, mais frequentes entre a península de Setúbal e o Cabo Mondego, incluídos principalmente no culto à Senhora que, com o cristianismo, se transformou no culto Mariano.
Entrevêem-se origem, festividades e cultos a deusas pagãs, deusas-mães, traduzidos em romarias, lendas, oferendas, loas, busca da luz contra o caos e da água fonte da vida. Os círios mantêm formas e conteúdos que se repetem, ano após ano, e revelam na sua aparente simplicidade dimensões complexas, não se sabendo já porquê nem quando foram adquiridas.
Os círios à Senhora da Misericórdia, sendo dos mais antigos, são os que apresentam fórmulas mais simples mas tão características desta religiosidade popular:
Chegada sempre pela mesma ordem, no dia sete de Setembro durante a manhã, primeiro o círio da Labrugeira, e de Vila Verde, os quais participam na missa e na procissão da festa. Depois da procissão ninguém arreda pé enquanto não chegam os de Aldeia Grande, Casais Galegos e Vila Chã como se o dia não estivesse completo sem eles.
Procissão no local de origem e junto do Santuário, sem a presença de pároco, com bandeira e guião ou estandarte, acompanhado pelo ritmo da gaita-de-foles. E se não há gaiteiro, a música é transmitida pela aparelhagem que segue num dos tractores (antigamente eram carros de bois ou carroças), mas sempre o som da gaita-de-foles, esse instrumento marca das nossas origens celtas.
Três voltas às igrejas da freguesia de origem e três voltas ao santuário, tanto à chegada como à partida, sempre da direita para a esquerda, no sentido contrário ao do movimento dos ponteiros do relógio. Exceptua-se o círio de Vila Chã, que dá três voltas ao Chafariz, relembrando, assim, a promessa inicial, a busca da água como elemento primordial da vida.
Buscam a luz em círios de cera que, no caso da Senhora da Misericórdia, é representada pelas velas que são acesas durante a missa do respectivo círio, no dia oito de Setembro.
Elegem, com um ano de antecedência, juízes, festeiros e mordomos, que são responsáveis pela guarda da bandeira e pela realização do próximo círio, seguindo as tradições. Há casos em que é uma família que, de século em século, vai mantendo a responsabilidade de organizar o círio como em Vila Verde dos Francos ou Aldeia Grande. Os círios à Senhora da Misericórdia não lançam loas mas, no momento da despedida, vêem-se as pessoas saudarem-se com carinho e já com saudades “até para o ano com a graça da Senhora da Misericórdia”.
In, Museu da Lourinhã, Boletim n.º 8 / Setembro 2008
Página 8 – Texto de Isabel Mateus
Dizem que, em 1253, a região de Alenquer foi assolada por forte seca. A população pediu à Senhora da Misericórdia que intercedesse e lhes desse “da água que ela tinha sempre nos seus sagrados pés”.
A partir daí, todos os anos, por volta do dia 8 de Setembro, cai sempre alguma chuva nas aldeias de Alenquer devotas da Senhora da Misericórdia. Por isso, se deslocam em romagens,os círios, para virem agradecer à Senhora e buscar da sua luz. Os círios são movimentos de religiosidade popular, mais frequentes entre a península de Setúbal e o Cabo Mondego, incluídos principalmente no culto à Senhora que, com o cristianismo, se transformou no culto Mariano.
Entrevêem-se origem, festividades e cultos a deusas pagãs, deusas-mães, traduzidos em romarias, lendas, oferendas, loas, busca da luz contra o caos e da água fonte da vida. Os círios mantêm formas e conteúdos que se repetem, ano após ano, e revelam na sua aparente simplicidade dimensões complexas, não se sabendo já porquê nem quando foram adquiridas.
Os círios à Senhora da Misericórdia, sendo dos mais antigos, são os que apresentam fórmulas mais simples mas tão características desta religiosidade popular:
Chegada sempre pela mesma ordem, no dia sete de Setembro durante a manhã, primeiro o círio da Labrugeira, e de Vila Verde, os quais participam na missa e na procissão da festa. Depois da procissão ninguém arreda pé enquanto não chegam os de Aldeia Grande, Casais Galegos e Vila Chã como se o dia não estivesse completo sem eles.
Procissão no local de origem e junto do Santuário, sem a presença de pároco, com bandeira e guião ou estandarte, acompanhado pelo ritmo da gaita-de-foles. E se não há gaiteiro, a música é transmitida pela aparelhagem que segue num dos tractores (antigamente eram carros de bois ou carroças), mas sempre o som da gaita-de-foles, esse instrumento marca das nossas origens celtas.
Três voltas às igrejas da freguesia de origem e três voltas ao santuário, tanto à chegada como à partida, sempre da direita para a esquerda, no sentido contrário ao do movimento dos ponteiros do relógio. Exceptua-se o círio de Vila Chã, que dá três voltas ao Chafariz, relembrando, assim, a promessa inicial, a busca da água como elemento primordial da vida.
Buscam a luz em círios de cera que, no caso da Senhora da Misericórdia, é representada pelas velas que são acesas durante a missa do respectivo círio, no dia oito de Setembro.
Elegem, com um ano de antecedência, juízes, festeiros e mordomos, que são responsáveis pela guarda da bandeira e pela realização do próximo círio, seguindo as tradições. Há casos em que é uma família que, de século em século, vai mantendo a responsabilidade de organizar o círio como em Vila Verde dos Francos ou Aldeia Grande. Os círios à Senhora da Misericórdia não lançam loas mas, no momento da despedida, vêem-se as pessoas saudarem-se com carinho e já com saudades “até para o ano com a graça da Senhora da Misericórdia”.
In, Museu da Lourinhã, Boletim n.º 8 / Setembro 2008
Página 8 – Texto de Isabel Mateus
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S.F.I.A. - Sociedade Filarmónica Incrível Aldeia Grandense
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Saldo - Festa Anual 2010
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Contas Festa de Verão 2010

Finalizados os festejos anuais, é com enorme satisfação que a Direcção de S.F.I.A. informa todos os seus irtervenientes que os mesmos tiveram de lucro 13.831,80 €.
A todos os colaboradores, patrocinadores e participantes nos festejos a nossa gratidão.
Bem Hajam.
A todos os colaboradores, patrocinadores e participantes nos festejos a nossa gratidão.
Bem Hajam.
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S.F.I.A. - Sociedade Filarmónica Incrível Aldeia Grandense
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16 de julho de 2010
2 de julho de 2010
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